21 de Setembro - Dia Mundial da Doença de Alzheimer
21 de Setembro - Dia Mundial da Doença de Alzheimer
É uma doença do cérebro, degenerativa, de etiologia desconhecida, podruz atrofia progressiva, perda das habilidades de pensar, raciocinar e memorizar.
Sintomas: O sintoma primário mais comum é a perda de memória e com o avançar da doença aparecem novos sintomas como ansiedade, agitação, ilusão, desconfiança, confusão mental, desorientação, irritabilidade e agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem, perda de memória a longo prazo e o paciente começa a desligar-se da realidade, ficando restrito ao leito.
A evolução da doença está dividada em quatro fases:
Diagnóstico: Não há nenhum exame que permita diagnosticar, de modo inquestionável, a doença. A única forma de fazer é examinando o tecido cerebral obtido por uma biópsia ou necrópsia. A avaliação da doença de Alzheimer normalmente inclui testes de memória, exames de sangue e tomografia do cérebro.
Tratamento: Não existe cura conhecida para a Doença de Alzheimer, por isso o tratamento destina-se a controlar os sintomas e proteger a pessoa doente dos efeitos produzidos pela deterioração trazida pela sua condição.
Como melhorar a qualidade de vida do portador da Doença de Alzheimer:
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busca-se conforto através de repouso e bom sono;
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orientações para o autocuidado, já que a auto-imagem é um elemento indispensável para manutenção do bem estar;
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realização de exercícios ativos a passivos afim de amenizar a atrofia;
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participação em grupos, conversas, trabalhos manuais e danças;
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realização de atividade física;
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fornecendo alimentos pastosos afim de facilitar a deglutição.
Prevenção: Estratégias para a prevenção de Alzheimer ainda são um desafio, porém atitudes simples do dia a dia podem reduzir as chances de desenvolver a doença.
Mantenha o cérebro ativo, desafie a sua mente todos os dias, realizando atividades intelectuais como a leitura, jogos que exercitam o cérebro, tais como palavras cruzadas, xadrez, cartas. Devemos também dar importância para a interação com grupos incentivando caminhadas, visitas, conversas, trabalhos manuais/artesanato, pois estimula áreas do cérebro que geralmente não são acessadas quando estamos sozinhos ou isolados.